Nas
demais
colocações,
3) Joara
Chaves
5.5; 4/8) Evandra
Cruz,
Suelen Staloch, Vanessa Feliciano, Majla Taha e Suellen Unger
5, etc.
total
de 45 jogadoras. As
quatro
primeiras nomeadas compõem a
equipe
do Brasil na
Olimpíada
de Calviá.
Não
obstante
seu
extenso
currículo
de consagradoras
vitórias,
em
que
se incluem
Jogos
Abertos
do
Interior
de
vários
estados,
Campeonatos
Paulistas
(1999 e 2000) e Vice-Campeonatos
Brasileiros
(2001 e 2002),
além
de participações
em
Olimpíadas
Mundiais (Rússia,
1998 – 3º tab. e Eslovênia, 2002 – 1º tab.), Suzana
notabiliza-se
pelo
seu
tenacíssimo
e
brilhante
estilo
de jogadora de
ataque,
concorrendo
como
nenhuma
outra
em
torneios
masculinos,
superando
sempre
mais
de
dois
terços
dos inscritos.
A
seguir,
um
exemplo
do
estilo
dessa
dileta
aluna
da
escola
de Lasker,
para
quem
o
xadrez
era
uma
luta.
N.
Silveira
(2225) x (2075) Suzana Chang
(2ª rod.
Campeonato
Brasileiro
(Absoluto)
de
Xadrez,
RJ, jan/2004 –
Siciliana,
B 23).
1 e4 c5 2 ¼c3 ¼c6 3 f4!?
(Segundo
a
teoria,
“com
este
lance,
as brancas revelam
sua
intenção
de
atacar
no
futuro
refúgio
do
rei
adversário,
tanto
com
o
avanço
de
seus
peões
na
ala
do
rei,
quanto,
em
especial,
com
a
estocada
f5, aumentando a
ação
de
suas
peças
nesse
ataque”).
3...e6
4 ¼f3 ¼ge7!
(A
melhor
defesa,
registra
a
teoria.
As pretas minimizam os
perigos
da
saída
do
bispo
de f1 e mantêm
em
estado
latente
a
irrupção
central
...d5).
5
g3 d5 6 €g2?!
(As brancas deviam
impedir
com
6 d3 o
avanço
a
seguir,
que
congestionará o
trânsito
de
suas
peças).
6...d4!
7 ¼b1
(Ou
então,
7 ¼e2 d3! 8 cxd3 ²xd3 9 0-0?! ²xe4 10 d4 ²d5 11 ¼c3 ²c4 e as
pretas mantiveram
sua
vantagem
material,
0-1 in 27. Ozsvath x Witkowski, Lublin 1969).
7...d3!!
8 c3
(Outra
imprecisão,
quando
o Deep Fritz-8 recomenda 8 0-0 ¼b4 9 ¼a3 dxc2 10 ¼xc2 ¼d3!
com
leve
superioridade,
-/+0.30).
8...³b8
9 0-0 b5!
(Com
o
claro
objetivo
de
reforçar
o
terrível
garrote
em
d3, estrangulando de
vez
o
desenvolvimento
das
peças
brancas).
10
a4 b4! 11 cxb4 ¼xb4 12 ¼a3 €b7 13 ³e1 ¼ec6 14 ³e3?
(Mesmo
jogando o
melhor,
14 ³b1 ¼c2! 15 ¼xc2 dxc2 16 ²xc2 ¼b4! 15 ²c3 ²d3! 16 ²xd3
¼xd3, o DF-8
registra
a
vantagem
das pretas
em
-/+0.71.
Com
o
lance
do
texto,
essa
superioridade
já
chega
ao
vitorioso
índice
de -+1.57)
14...c4!
15 ³e1 €c5+ 16 ¡h1 0-0!
(Agora,
como
antes,
as brancas
não
devem
tomar
o
peão
de c4,
sob
pena
de
perder
a
qualidade,
17 ¼xc4 ¼c2-+.
Ainda
assim,
o DF-8 prefere a
crueldade
de,
primeiro,
16...¼a5! e,
em
seguida,
17...0-0, -+1.57).
17
³b1 ¼a5! 18 ¼e5 €a6!
(Manter
esse
ferrolho
em
d3 equivale a
jogar
com
uma
peça
a
mais
e essa deve
ter
sido a
correta
orientação
de Suzana
durante
toda
a
partida.
No
entanto,
o
pragmático
DF-8 oferece
como
ganhador
(-+2.13) o
contundente
18...f5!! 19 ¼exc4 ¼xc4 20 ¼xc4 ¼c2! 21 b4 €xb4 22 ³g1 €c5
etc).
19
²h5 g6
(Uma
maneira
mais
rápida
de
definir
essa
posição
já
vitoriosa
seria 19...¼c2 20 ¼xc2 dxc2 21 ³a1 €f2! 22 ³e2 c3!, ganhando).
20
²h6 ²e7 21 ³f1 f6!
(No zeitnot, Suzana garante a
defesa
de
seu
rei
com
uma
guilhotina
em
e7,
para
em
seguida
concluir
na
outra
ala
seu
vitorioso
plano
estratégico).
22
¼g4 ¼b3 23 ¼b5 €xb5
(Também
venceria 23...Ca2, ganhando a
qualidade,
mas
desviando-se da
meta
de
reduzir
à
total
inutilidade
esse
bispo
de c1).
24
axb5 ³xb5 25 e5 f5! 26 ¼f6+ ¡h8 27 g4 ²g7!
–
diagrama
(O DF-8 sugere
27...¼a2, -+4.20,
mas
mesmo
esse
lucro
representaria
valorizar
uma
peça
completamente